Sistemas de gestão e softwares de medicina preventiva: cinco vantagens da integração


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Se você depende de algum tipo de tecnologia de gestão de dados na sua empresa, deve imaginar porque algumas organizações levam meses, até anos, estudando softwares mais modernos para otimizar processos ou gerar soluções específicas. É que algumas mudanças tecnológicas podem requerer grande esforço de adaptação. A demanda é um dos motivos pelos quais os aplicativos que podem ser integrados ao sistema da empresa, especialmente operáveis via web, representam um mercado em crescimento. No caso das operadoras de saúde, softwares de medicina preventiva integrados ao cadastro do sistema de gestão permitem obter informações muito mais específicas e podem ser decisivos para a eficácia de programas de prevenção e promoção à saúde.

A medicina preventiva é um dos quesitos mais valorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) como ferramenta de relacionamento entre operadora e beneficiários de planos. Ela reflete principalmente na satisfação e na qualidade de vida dos usuários e até na sustentabilidade financeira dos planos de saúde. Por isso mesmo, a medicina preventiva interfere sobre vários critérios utilizados pela ANS para avaliar os planos de saúde.

As operadoras precisam dar muita atenção ao planejamento, execução e avaliação de resultados de programas de medicina preventiva e promoção à saúde em função dos padrões da ANS. Tudo isso com o público-alvo bem definido, respeitando o orçamento disponível e com metas claras para cada ação. Resumindo: perder-se no processo é prejuízo na certa. É aí que o software de medicina preventiva se torna um aliado na integração com o sistema da operadora.

Confira a seguir cinco vantagens dessa integração:

1. Acaba com operação manual

O primeiro benefício ao utilizar um sistema de gestão para programas de medicina preventiva é a agilidade. Por exemplo, para uma operadora de saúde, é completamente inviável analisar o perfil epidemiológico dos beneficiários de forma manual, abrindo cadastro por cadastro.

2. Não despreza o cadastro existente e corrige duplicidades

Ao integrar o software para gestão da medicina preventiva ao cadastro atual, a operadora passa a trabalhar com dados unificados, evita retrabalho e erros decorrentes de informações duplicadas sobre os beneficiários, por exemplo.  

3. Facilita levantamento de perfil epidemiológico dos usuários

A tecnologia ajuda a capturar e a organizar os dados com agilidade, porque o software permite a aplicação de diferentes tipos de filtro, a separação de beneficiários em grupos e  classificação por sexo, por faixa etária e por grupos de risco, por exemplo. A seleção é o que define os candidatos para cada tipo de campanha da operadora.

4. Ajuda a criar grupos para comparação

É mais fácil montar e acompanhar os chamados grupos de controle, para monitorar os gastos e compará-los com grupo de características semelhantes e que adota a medicina preventiva. O comparativo final dá uma estimativa do custo evitado para a operadora.

5. Ajuda a gerenciar a base de dados

Os dados relevantes para o planejamento de programas de medicina preventiva, como histórico familiar, hábito de vida e outros, podem ser coletados já durante o cadastro de novos beneficiários de planos de saúde. A medida ajuda a gerar um padrão de informações que podem ser futuramente utilizadas. Não é preciso preencher cadastros novamente cada vez que for definido o público-alvo de uma campanha ou programa de promoção à saúde.

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