Saúde nas empresas: por que investir na integração dos programas de saúde e bem-estar


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De acordo com os dados levantados pelo 1º Benchmarking em Saúde & Bem-Estar do Brasil, as grandes empresas brasileiras têm registrado uma queda na adesão dos funcionários a ações propostas para aumentar a qualidade de vida, o bem-estar e a saúde. E esta baixa adesão, juntamente com a falta de integração entre o planejamento estratégico e as iniciativas práticas, tem prejudicado a eficiência dos programas de prevenção e promoção da saúde voltados aos trabalhadores.

O estudo analisou os programas de saúde e bem-estar de 264,8 mil trabalhadores de 58 grandes empresas brasileiras e foi lançado em janeiro de 2017 pela consultoria Mercer Marsh Benefícios, em conjunto com o Instituto Hero (Health Enhancement Research Organization), dos EUA. Utilizando a metodologia Hero Scorecard, foram avaliadas as melhores práticas para a promoção do bem-estar e da saúde nas empresas, nos seguintes aspectos: Planejamento Estratégico, Apoio Organizacional, Programas Oferecidos, Integração de Programas, Estratégia de Comunicação e Indicadores.

O levantamento mostrou ainda que 95% das companhias analisadas estão preocupadas com custos relacionados à saúde dos colaboradores. Como a prevenção é uma das saídas para conter as despesas, 79% das empresas acompanham o nível de adesão e participação em programas de saúde e bem-estar.

Os benefícios da integração dos programas

Segundo os dados da pesquisa, apenas 36% das empresas avaliadas coordenam suas diversas iniciativas de forma integrada. “A integração entre os programas oferecidos, embora importante, ocorre efetivamente em um pequeno universo das organizações. Se a empresa necessita de um mapeamento preciso da população de trabalhadores, ela precisa também de uma integração maior e mais eficiente”, afirma Helder Valério, líder de gestão de saúde da Mercer Marsh Benefícios.

A pesquisa revela que, quando há integração, 67% dela ocorre entre dados de saúde ocupacional (atestados, exames e questionário de saúde) e do uso dos planos de saúde. Já entre as empresas que possuem o plano estratégico formalizado, 83% têm como objetivo principal avaliar os riscos de saúde dos colaboradores, 72% mensurar resultados clínicos, 67% a satisfação do colaborador, e 56% avaliar o impacto financeiro dos riscos de saúde nos negócios. “Identificamos ainda que 78% das organizações conseguiram um resultado eficaz ou muito eficaz quando as suas práticas foram balizadas por um planejamento estratégico de longo prazo formalizado”, diz Valério.

Tecnologia e saúde nas empresas

Ainda de acordo com a pesquisa, o uso da tecnologia para incentivar a adesão e participação em programas de promoção da saúde nas empresas brasileiras ainda é tímido. Apenas 17% usam ferramentas de monitoramento, e somente 14% contam com aplicativos para apoiar as iniciativas do programa. “Realidade diferente da encontrada na mesma pesquisa aplicada nos EUA, onde os dados foram de 46% para ferramentas de monitoramento e 39% para aplicativos, mostrando que o mercado brasileiro tem uma grande oportunidade de crescimento nestas áreas”, finaliza o consultor.

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