Como sua operadora de saúde deve atuar na prevenção do coronavírus


Depois que a Organização Mundial da Saúde declarou que estamos em meio a uma pandemia causada pelo Covid-19, sua operadora precisa mais do que nunca de uma estratégia para prevenção do coronavírus.

Com uma velocidade de contágio acelerada e ainda sem vacina ou tratamento específico, o coronavírus costuma causar infecção respiratória, principalmente no trato respiratório superior.

Com a confirmação dos primeiros casos no Brasil e a previsão de que o número de infectados pode chegar a 4 mil dentro de poucos dias, o alarmismo cresce entre a população juntamente com a desinformação a respeito de como prevenir o coronavírus.

Neste artigo vamos dar algumas ideias para que a sua operadora possa conscientizar seus beneficiários e monitorar indicadores de saúde para reduzir ao máximo a disseminação do vírus,

Sem esquecer que contribuir para o controle da epidemia significa também evitar a sobrecarga das unidades de atendimento e evitar gastos hospitalares desnecessários.

Confira a seguir.

Mais informação para evitar procura excessiva

Como gestor de uma operadora de saúde, a primeira coisa a evitar durante uma pandemia como esta, é o uso desnecessário dos serviços de atendimento.

Como os sintomas iniciais são muito parecidos com os da gripe comum, é previsto que muita gente comece a procurar o médico com suspeitas falsas de coronavírus.

Além de elevar os custos assistenciais para as operadoras, esse tipo de comportamento expõe sem necessidade um número grande de pessoas a ambientes hospitalares lotados, onde o risco de contrair o Covid-19 são ainda maiores.

Sendo assim, por que não investir em campanhas informativas por e-mail para a sua base de beneficiários?

Uma série de esclarecimentos podem ser repassados dessa forma, direcionando a pessoa para artigos informativos ou formulários para coleta de informações.

Essas campanhas devem ser coordenadas pelo gestor da área de medicina preventiva ou promoção da saúde, com o objetivo de repassar orientações sobre os sintomas, formas de prevenção e quando há real necessidade de procurar atendimento médico.

Tecnologia da informação na prevenção do coronavírus

É claro que sua operadora deve estar preparada para um aumento inevitável na demanda por consultas e internações, inclusive com a possibilidade de realocar recursos para reforçar sua capacidade de atendimento.

Mas as ações de prevenção ao coronavírus também precisam ser reforçadas, com o objetivo de tranquilizar os beneficiários, identificar os indivíduos de maior risco e procurar minimizar o impacto das notícias alarmistas que podem gerar uma “corrida” aos médicos.

Por isso, é importante utilizar um sistema capaz de monitorar grupos de beneficiários com histórico de doenças pulmonares ou com idade superior a 60 anos, por exemplo, e agir proativamente, acompanhando sua saúde à distância.

Esse mesmo sistema pode organizar rapidamente um questionário personalizado para ser enviado via SMS, contendo perguntas-chave para identificar sintomas e comportamentos de risco (como viagens recentes a áreas afetadas).

Com isso é possível dar o devido encaminhamento para quem realmente necessita procurar atendimento médico. Lembrando que o diagnóstico do coronavírus só pode ser feito por meio da coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro).

Esse tipo de triagem proativa evita que muitas pessoas com sintomas de resfriado (tosse, dor de garganta, febre) se exponham a riscos desnecessários indo a um hospital, quando poderiam ter ficado casa se recuperando.

Casos com complicações pulmonares, como tosse e falta de ar, seriam incentivados a comparecer a uma unidade de atendimento.

Com a ferramenta certa para captar e processar informações de saúde, você consegue analisar o perfil epidemiológico da sua carteira de beneficiários e traçar as melhores estratégias para a prevenção e o tratamento do coronavírus.

Um bom lugar para buscar informações confiáveis sobre o impacto do coronavírus é a página da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) dedicada ao tema.

Se a sua operadora ainda não tem uma estratégia para prevenir a disseminação e absorver o impacto do coronvavírus entre seus beneficiários, não espere mais nem um segundo.

Esta deve ser sua prioridade número 1 como um gestor de área de promoção da saúde em 2020!

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