Perfil da saúde do idoso: sete em cada dez pessoas com mais de 50 anos tem alguma doença crônica


Um estudo inédito divulgado em outubro de 2018 traçou o perfil da saúde do idoso no Brasil e mostrou que 69,3% das pessoas com 50 anos ou mais sofrem de pelo menos uma doença crônica.

Organizado pelo Ministério da Saúde em colaboração com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi) listou os cinco diagnósticos mais frequentes entre essa parcela da população, na seguinte ordem:

  1. Hipertensão
  2. Dores na coluna
  3. Artrite
  4. Depressão
  5. Diabetes

Perfil da saúde do idoso

Entre outros resultados, a publicação ainda aponta que 29,8% da população idosa tem duas ou mais doenças crônicas e que 39,5% tem ao menos uma doença. Em contrapartida, 30,7% não apresenta nenhuma doença crônica.

O trabalho traz informações sobre como a população brasileira está envelhecendo, analisando o perfil de saúde do idoso de acordo com principais determinantes sociais e de saúde para essa faixa etária.

Os dados foram colhidos entre 2015 e 2016, em 70 municípios das cinco regiões do país, e os pesquisadores pretendem acompanhar o mesmo grupo de pessoas ao longo do tempo.

A idade de 50 anos foi utilizada devido ao interesse em analisar o período de transição do momento produtivo para o início da aposentadoria dos idosos (60 anos ou mais).

Envelhecimento populacional no Brasil

Temos 29,3 milhões de idosos no Brasil. Isso equivale a 14,3% da nossa população. Até 2030, segundo o Ministério da Saúde, o número de idosos no país deve superar o de crianças e adolescentes. Isso comprova que a população brasileira está em acelerado processo de envelhecimento.

Uma projeção divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, até 2060, o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%. Ou seja: um em cada quatro brasileiros será idoso!

O envelhecimento populacional é um dos grandes indicadores dos avanços civilizatórios de uma sociedade, mas trás consigo algumas questões importantes. Um maior número de idosos significa maior prevalência de doenças crônicas e de comorbidades que demandam mais atenção.

A pesquisa da Fiocruz reforça o alerta para os profissionais de saúde, tanto no setor público quanto nas operadoras privadas. De acordo com o levantamento, em 2030 as empresas de planos de saúde estarão gastando R$ 383,5 bilhões com assistência de seus beneficiários. Grande parte desse valor será direcionado à prevenção e tratamento de doenças crônicas em pacientes de terceira idade.

A maioria dos idosos são atendidos pelo SUS

Segundo os resultados da pesquisa, 83,1% dos idosos realizaram pelo menos uma consulta médica nos últimos 12 meses. Durante esse período, 10,2% deles foram hospitalizados uma ou mais vezes.

O estudo apontou também que 85% da população com 50 anos ou mais vivem em áreas urbanas e 75,3% depende exclusivamente dos serviços prestados no Sistema Único de Saúde. Entre os relatos sobre hábitos de comportamento, 43% disseram ter medo de cair na rua.

Diante destes números, você não acha que chegou a hora da sua operadora investir em mais ações voltadas ao público da terceira idade? Ou melhorar o alcance e o desempenho das ações já existentes?

Monitore o perfil de saúde do idoso na sua operadora

O aumento da população idosa no Brasil é uma tendência inevitável. A demanda por serviços de saúde voltados às necessidades desse público tende a crescer a cada ano.

Por isso, você deve preparar a área de medicina preventiva da sua operadora para poder prestar o melhor atendimento possível a esse público, aumentando sua qualidade de vida e reduzindo os custos com a hospitalização de idosos.

A melhor maneira de fazer isso é usando um software especializado em gestão da medicina preventiva. Um sistema como esse permite determinar o perfil epidemiológico dos seus beneficiários e classificar entre eles quem é mais elegível para determinado programa.

Ao automatizar a gestão dos programas de prevenção e promoção da saúde, é possível realizar atendimentos remotos e presenciais, organizar atividades educacionais e criar protocolos personalizados para cada tipo de programa.

Você poderá monitorar o perfil da saúde do idoso por meio de relatórios com indicadores de saúde dos participantes, indicadores financeiros dos programas e indicadores operacionais para avaliar o desempenho da equipe.

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