Operadoras podem contribuir para longevidade com qualidade de vida


A expectativa de vida da população vem aumentando cada vez mais ao longo dos anos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) o número de pessoas com idade superior a 60 anos chegará a 2 bilhões até 2050. Isso representará um quinto da população mundial. E as operadoras podem contribuir para longevidade com qualidade de vida!

Dados do Ministério da Saúde afirmam que o Brasil, em 2016, tinha a quinta maior população idosa do mundo e que, em 2030, esse número ultrapassará o total de crianças entre zero e 14 anos. 

Diante desses dados, as operadoras de saúde devem se preparar para contribuir para que a longevidade seja acompanhada de qualidade de vida, já que o aumento do número de idosos traz desafios. É comum associar o envelhecimento populacional com o aumento da demanda por assistência especializada e de alto custo, pois o risco de desenvolver doenças crônicas ou deficiências torna-se maior com o passar dos anos.

Operadoras podem contribuir para longevidade com qualidade de vida

Idosos buscam consultas com geriatras

O aumento de idosos entre os beneficiários de operadoras de saúde representa um crescimento nos gastos do sistema em função das especificidades do envelhecimento. Para manter o bem-estar desses usuários, é necessário oferecer cuidados específicos de saúde.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020 a média nacional era de pouco mais de 76 anos. Entre 2015 e 2019 a parcela da população com 65 anos ou mais cresceu de 8,41% para 9,52% e deve atingir mais de 13% em 2030. Esses números refletiram no aumento de consultas com geriatras no período. Uma “Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil entre 2015 e 2020”, produzida pelo IESS com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aponta que de 2015 a 2019, a avaliação com este especialista teve alta de 63,7%.

Entretanto, com a chegada da pandemia, por serem um dos principais grupos de risco, o número de consultas caiu 17,5% entre 2019 e 2020. Sabe-se, também, que a geriatria não substitui outras especialidades médicas como, por exemplo, cardiologia ou urologia. 

Os geriatras ajudam na promoção de qualidade de vida e a detectar as doenças que mais atingem essa parcela da população, focados em proporcionar um bom envelhecimento. Outro aspecto importante das consultas com este tipo de especialista é evitar o uso excessivo de remédios e até a automedicação, um hábito que pode, inclusive, prejudicar a saúde.

Internações devem ser evitadas

Outro fator que pode impactar nos custos das operadoras é o fato de que pessoas com mais de 60 anos tendem a recorrer com maior frequência às internações, além de permanecerem hospitalizados por mais tempo.

Segundo a Agencia Nacional de Saúde Suplementar (ANS) o hospital não é um ambiente seguro para pessoas idosas, pois o risco de infecção e perda da capacidade funcional é alto. 

Constata-se ainda, que períodos de internação podem colaborar para quadros depressivos, o que compromete a saúde mental do indivíduo idoso. A estratégia da ANS de promoção da saúde recomenda que a hospitalização ocorra apenas no momento agudo de uma doença crônica.

Idosos e atividade física

Manter-se ativo é muito benéfico independentemente da idade, mas por volta dos 50 anos, ameniza a rigidez arterial. E depois dos 70, reduz o risco de morte em até 70%.

Em um estudo publicado no início de 2018 pelo British Journal of Sports Medicine, pesquisadores britânicos mostram que basta 30 minutos diários de atividade de baixa intensidade para reduzir o risco de morte em pessoas idosas em 17%. Caso os exercícios sejam moderados ou intensos, a redução pode ser de até 33%.

Estes dados são fundamentais para auxiliar o trabalho das operadoras de saúde, que podem promover atividades físicas organizando caminhadas, grupos de ginástica ou aulas de pilates entre seus beneficiários. Além disso, organizar campanhas de conscientização sobre os benefícios da atividade física de baixa intensidade pode estimular essas pessoas.

Envelhecer com saúde

Incentivar o envelhecimento saudável é essencial para manter a capacidade funcional do indivíduo e permitir o bem-estar em idade avançada. Para contribuir com a longevidade com qualidade de vida, as operadoras podem desenvolver algumas ações. Por isso, o ideal é propor um conjunto de ações englobando desde o estímulo à prática de exercícios físicos e alimentação saudável até o reforço na atenção com vacinas e identificação precoce de doenças.

Uma análise realizada pela Fundação Oswaldo Cruz, com dados na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013), mostra que um em cada três idosos brasileiros apresentava alguma limitação funcional. Destes, 80%, cerca de 6,5 milhões de idosos, contam com ajuda de familiares para realizar alguma atividade cotidiana. 

O envelhecimento saudável é muito mais que a ausência de doença. Para não ter e nem causar sofrimento para a família, o idoso deve ter condições físicas e mentais de realizar as atividades do dia a dia.

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