Osteopenia: definição, diagnóstico e medidas preventivas


A perda da densidade óssea é uma condição normal do processo de envelhecimento de todo ser humano. Apesar de parecerem sólidos e rígidos, nossos ossos se renovam constantemente, produzindo novas células e reabsorvendo as estruturas envelhecidas.

Com o tempo esse processo tende a entrar em desequilíbrio, causando desmineralização e perda de massa óssea.

Quando esta situação se agrava acima dos índices considerados normais temos a ocorrência da osteoporose, uma doença degenerativa, crônica e incurável que aumenta o risco de fraturas e prejudica a qualidade de vida do paciente.

Contudo, antes da osteoporose se instalar, ocorre uma condição chamada osteopenia, caracterizada por uma queda na quantidade de cálcio e uma redução da massa óssea em níveis que ainda podem ser reversíveis.

Ao contrário da osteoporose, a osteopenia não apresenta sintomas clínicos como dores, fraturas frequentes, cifose dorsal ou diminuição da altura.

Por isso é importante detectar essa condição o quanto antes e tomar medidas preventivas para que ela não evolua ao ponto de se transformar em algo mais grave.

Osteopenia

Como detectar a osteopenia?

O diagnóstico da osteopenia só pode ser feito por meio de um exame de densitometria óssea, que avalia a densidade mineral dos ossos em comparação com os padrões definidos para a idade e o sexo do paciente.

Apesar de indicar a perda de massa óssea maior do que o normal para a faixa etária, a osteopenia não é considerada uma doença e pode ser corrigida se forem tomadas medidas práticas com o devido acompanhamento médico.

Para garantir o diagnóstico precoce de problemas relacionados à degeneração óssea, muitas operadoras de saúde mantêm programas de controle e prevenção da osteopenia e da osteoporose direcionados principalmente a mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos.

Nessa faixa etária recomenda-se a realização do exame de densitometria periodicamente, pelo menos uma vez por ano.

Independente da idade, alguns indivíduos apresentam maiores fatores de risco e devem ser monitorados com mais atenção.

Entre eles estão mulheres na pós-menopausa, consumidores de álcool ou tabaco, sedentários, pessoas com histórico familiar de fratura ou de osteoporose, pacientes com doenças da tireoide, doenças reumáticas, cálculo renal ou doença gastrointestinal, bem como aqueles em uso constante de corticosteroides.

 


Usando a tecnologia para identificar e engajar beneficiários

Para identificar a ocorrência dessas condições dentro do universo de beneficiários de uma operadora de saúde a melhor maneira é utilizar um sistema especializado na gestão de medicina preventiva, como o Previva.

O software possibilita, por exemplo, definir critérios para identificar na base de beneficiários quem são as pessoas de uma determinada faixa etária que não realizaram a densitometria óssea.

Dessa forma, é possível formar grupos de acordo com a idade ou fatores de risco, entrar em contato com eles para alertá-los sobre a importância de fazer o exame e convidá-los a participar de programas de prevenção, além de avaliar os resultados destas ações por meio do acompanhamento de indicadores de saúde individuais.

Medidas para tratamento e prevenção da osteopenia

Ao se confirmar o diagnóstico da osteopenia, o acompanhamento médico se torna indispensável. Para impedir o aumento da degradação do tecido ósseo, o tratamento pode ser feito com medicamentos específicos que aumentam a absorção do cálcio e sua deposição nos ossos, além da suplementação de cálcio e vitamina D.

Mas a principais medidas contra o agravamento dessa condição são de caráter preventivo.

É por isso que, além de estimular o diagnóstico precoce, os programas para o controle e prevenção da osteopenia devem ser voltados à promoção de um estilo de vida mais saudável capaz de anular os fatores de risco.

As medidas não medicamentosas mais eficazes para o controle da osteopenia e prevenção da osteoporose são:

  • Adotar uma dieta saudável e balanceada com ingestão de alimentos ricos em cálcio e vitamina D;
  • Tomar sol por pelo menos 15 minutos por dia, com exposição da face, braços e pescoço, sem o uso de protetor solar;
  • Evitar o consumo de álcool e tabaco;
  • Diminuir a ingestão de cafeína, que interfere na absorção de cálcio pelo organismo;
  • Praticar atividades físicas durante 30 minutos pelo menos cinco dias na semana, se possível com algum impacto.

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