Envelhecimento da população: Brasil terá mais idosos do que jovens em 2060


Em 2017, o número de idosos no Brasil bateu a casa dos 30 milhões. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a tendência de envelhecimento da população vem se mantendo:

Os 4,8 milhões de novos idosos que ganhamos de 2012 para cá representam um aumento de 18% neste grupo etário.

Recentemente, o IBGE divulgou uma série de projeções de longo prazo sobre o avanço populacional no Brasil. Uma delas aponta para uma desaceleração no ritmo de crescimento e uma consequente inversão na nossa pirâmide etária.

envelhecimento da população

Segundo as estimativas do instituto, a população deve crescer pelos próximos 29 anos, até 2047, quando atingirá 233,2 milhões de pessoas. Nos anos seguintes esse número deve ir caindo gradualmente, até chegar a 228,3 milhões em 2060.

Nesse cenário, a expectativa é de que o número de pessoas com 65 anos ou mais praticamente triplique, chegando a 58,2 milhões em 2060 – o equivalente a 25,5% da população. Em 2018, essa proporção é de 9,2%, com 19,2 milhões de idosos.

Outro dado importante nas projeções do IBGE vem reforçar a tendência de envelhecimento da população brasileira: a população de crianças de até 14 anos, que hoje representa 21% do total de habitantes, será de apenas 15% em 2060.

Envelhecimento da população nos estados

A proporção de jovens entre os brasileiros está em queda na maior parte do território nacional, mas os dados do IBGE indicam que os estados das regiões Sul e Sudeste serão os primeiros a sentir os efeitos do envelhecimento da população.

Segundo a projeção do instituto, a pirâmide etária deve se inverter pela primeira vez no Rio Grande do Sul. Em 2019 o estado já deverá ter uma proporção maior de idosos em relação às crianças.

E nos quatros anos seguintes será a vez de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.

Para se ter uma ideia, a idade média da população gaúcha é de 35,9 anos, enquanto no Acre (estado mais jovem do país), é de apenas 24,9 anos.

Envelhecimento e medicina preventiva

Antes de abordarmos a importância das ações preventivas nesse futuro cenário de envelhecimento da população, veja o que diz o médico Alexandre Kalache, o mais importante especialista em envelhecimento no país:

Interessante, não é?

Diante de todas essa informações, não resta a menor dúvida de que o envelhecimento populacional deve estar no topo das prioridades dos gestores de saúde no Brasil.

No mercado da saúde suplementar, as operadoras que ainda não despertaram para esta realidade estão colocando em risco não apenas o bem estar futuro dos seus beneficiários, mas também a sustentabilidade financeira do negócio ao longo do tempo.

Priorizar a abordagem preventiva e investir em programas de promoção da saúde direcionados ao público de terceira idade é hoje uma necessidade, muito mais que uma tendência.

Isso envolve desde promover a atividade física entre os idosos até buscar soluções para reduzir o índice de hospitalização entre esse público. Aliás, as duas coisas devem andar juntas.

Quer saber como começar programas com estes na sua operadora?

Ou então ter ideias para melhorar ainda mais o atendimento prestado este público?

Já ouviu falar das diretrizes do Projeto Idoso Bem Cuidado, da Agência Nacional de Saúde?

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