Doenças respiratórias: como preveni-las no inverno?


Baixam as temperaturas e as salas de espera nas unidades de pronto-atendimento ficam repletas de pacientes com doenças respiratórias.

Os sintomas são parecidos (febre, dores no corpo, tosse e infecções) e a incidência dessas doenças aumenta repetidamente a cada inverno.

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Segundo o Ministério da Saúde, o período entre maio e outubro é o que concentra a maior quantidade de casos de gripe no Brasil. As evidências são mais do que justificadas para o incentivo à prevenção.

Outra razão para o investimento governamental e das organizações em ações preventivas decorre dos efeitos da manifestação do vírus H1N1 no mundo, em 2009. O agravamento severo do quadro de saúde no caso de algumas doenças respiratórias passou a alarmar a população.

Até os dias de hoje, muitas pessoas procuram ajuda médica para tratar sintomas que há alguns anos não despertavam maior preocupação e eram tratados em casa.

Para combater o surgimento das doenças mais graves, algumas medidas podem ser adotadas por empresas e operadoras de planos de saúde no atendimento aos seus públicos.

Uma delas é a elaboração de programas de imunização. Para lidar com as doenças respiratóriascotidianas, ferramentas que disseminem a informação e estimulem os bons hábitos à população se apresentam como uma solução de efeitos mais duradouros, como é o caso das campanhas de saúde preventiva.

São diversas as informações que podem contribuir com o bem-estar da população, a partir de inúmeras abordagens e ênfases e de acordo com os públicos-alvo.

Alguns exemplos de tema são os hábitos de higiene contra a transmissão de doenças, os riscos da automedicação e os cuidados necessários com as crianças e idosos. Tais conhecimentos podem ser institucionalizados em campanhas ou mesmo difundidos dentro das unidades de saúde.

Prevenir doenças respiratórias contribui para a qualidade de vida das pessoas, reduz custos no sistema de saúde e aumenta as chances do diagnóstico precoce, com o tratamento adequado em caso de problemas mais graves.

Tem ideia de novas abordagens para a prevenção de doenças respiratórias? Compartilhe conosco nos comentários.

Crédito de foto: Unsplash

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