Mortes por doenças crônicas não transmissíveis crescem 26% em dez anos


Entre 2006 e 2016, o número de mortes causadas pelas principais doenças crônicas não transmissíveis aumentou 26% no Brasil.

Segundo levantamento realizado pelo jornal O Estado de São Paulo, nesse período os óbitos decorrentes de câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e problemas respiratórios passaram de 542 mil/ano para 685 mil/ano.

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A equipe responsável pela reportagem analisou os dados disponíveis no Datasus, sistema de informações do Ministério da Saúde, e descobriu que o índice de aumento na mortalidade desses pacientes foi superior ao crescimento populacional no período, que ficou em torno de 9%.

Além disso, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), se forem considerados todos os tipos de doenças não transmissíveis, o número de vítimas anuais no país chega perto de 1 milhão. Isso custa aproximadamente R$ 7,5 bilhões ao sistema de saúde brasileiro.

A estimativa foi divulgada pela OMS no dia 1o de junho, quando a entidade lançou uma lista de recomendações e estratégias para o combate às doenças crônicas não transmissíveis em todo o mundo.

Doenças crônicas não transmissíveis: um problema global

Globalmente, as doenças crônicas não transmissíveis (DNTs) são responsáveis por 41 milhões de mortes por ano, o que representa 70% do total de óbitos registrados no planeta. A OMS estima que os valores gastos nos tratamentos chegarão a R$ 177 trilhões/ano até 2030.

E os prejuízos causados não se limitam ao alto índice de mortalidade. As DNTs podem diminuir consideravelmente a qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias, além de deixar sequelas que prejudicam a mobilidade e a capacidade de trabalho.

Embora a ocorrência da maioria das doenças crônicas não transmissíveis esteja associada a hábitos pouco saudáveis (como o sedentarismo e o tabagismo), outros fatores também influem no seu desenvolvimento.

A herança genética e o envelhecimento, por exemplo, são preponderantes tanto para causar quanto para agravar a maioria das enfermidades crônicas.

Por isso são necessárias não apenas ações para estimular a adoção de hábitos mais saudáveis entre a população em geral, mas também programas voltados à população de terceira idade e a promoção de exames para o diagnóstico precoce.

Estratégias da OMS para o combate às doenças crônicas

Entre as medidas sugeridas pela Organização Mundial da Saúde estão ações locais mais abrangentes estimuladas por líderes políticos municipais, estaduais e nacionais.

Para a entidade, os governos e as empresas que trabalham na área de saúde devem adotar como prioridade uma reorientação em suas abordagens para incluir a promoção da saúde, a prevenção e o controle de doenças.

O que sua operadora pode fazer

Como vimos, o aumento das mortes por doenças crônicas não transmissíveis está ligado a uma combinação de hábitos pouco saudáveis com o envelhecimento populacional e a redução do acesso aos serviços de saúde.

Portanto, para que a sua operadora possa contribuir na redução das mortes por doenças não transmissíveis, é preciso focar em duas frentes:

  1. Promover o diagnóstico precoce para aumentar a eficácia dos tratamentos e reduzir custos assistenciais.
  2. Investir em programas de medicina preventiva para combater o avanço da obesidade, do tabagismo e do sedentarismo.

Se a sua operadora de saúde já tem algum programa desse tipo em funcionamento, convido você a acessar o nosso banco de materiais educativos, onde há diversos e-books disponíveis com ideias para aprimorar estas iniciativas.

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