6 maneiras de combater a Covid-19 com a ajuda da tecnologia


Já abordamos aqui no blog algumas diretrizes básicas para trabalhar a prevenção do novo coronavírus junto aos beneficiários de operadoras de saúde.

Agora, com o agravamento da pandemia, é importante definir ações práticas que podem ser tomadas para combater a Covid-19 e facilitar o tratamento dos pacientes infectados.

Nessa hora em que é preciso organizar rapidamente medidas para conter a disseminação do vírus e salvar vidas, a tecnologia da informação pode ser uma excelente aliada.

Neste artigo, reunimos algumas ideias para que você possa trabalhar na sua operadora com o auxílio de ferramentas especializadas em gestão da informação.

Cada uma das ações que vamos listar a seguir podem ser implementadas com agilidade por um sistema como o Previva, desenvolvido especialmente para coordenar ações na área de medicina preventiva, promoção da saúde e atenção primária.

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Ações práticas para combater a Covid-19

Aqui estão seis ações que você pode implantar imediatamente na sua operadora para enfrentar a pandemia do novo coronavírus:

  1. Identificar idosos crônicos
  2. Enviar mensagens informativas direcionadas a esse público
  3. Criar uma central de atendimento exclusiva para a Covid-190
  4. Aplicar questionários personalizados
  5. Criar ou reforçar um programa para atender pacientes de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
  6. Programar alertas sobre internações e intercorrências

1. Identificar os idosos crônicos

Apesar de também afetar gravemente pessoas mais jovens, a Covid-19 tem seu maior impacto na população idosa.

Enquanto nos jovens a taxa de mortalidade é de 0,2%, ela avança para 3,6% entre pessoas de 60 a 69 anos, atinge 8% na faixa etária dos 70 aos 79 e chega a 14,8% para os maiores de 80 anos.

Estes dados foram levantados por pesquisadores chineses com base em estimativas dos 72 mil primeiros casos da doença. Clique aqui para acessar a íntegra da pesquisa.

As multimorbidades são outro agravante para o paciente infectado com o novo coronavírus. E sabemos que cerca de 70% dos idosos brasileiros têm ao menos uma doença crônica diagnosticada.

Considerando que o Brasil tem 15% da sua população (cerca de 30 milhões de pessoas) nessa faixa etária, é fundamental dar prioridade para esse público nas ações tomadas pelos planos de saúde.

Na prática, o que pode ser feito com o auxílio do Previva?

Se a sua operadora ainda não tem um programa de promoção da saúde direcionado aos idosos, é preciso antes de mais nada identificar quem são os seus beneficiários acima de 60 anos.

Usando a ferramenta de seleção de elegíveis, é possível acessar o ERP da operadora e “filtrar” apenas as pessoas nessa faixa etária.

Em poucos minutos você tem um grupo de risco montado e pode começar a trabalhar ações para prevenir a contaminação e passar orientações sobre o que fazer quando surgirem sintomas.

A partir daí é possível cruzar os dados desse grupo com os outros programas de crônicos da operadora e identificar rapidamente comorbidades como hipertensão, diabetes e doenças respiratórias.

Por outro lado, se a sua operadora já possui um programa de saúde voltado à terceira idade, o Previva pode organizar facilmente uma ação de telemonitoramento para acompanhar o estado de saúde dos indivíduos de maior risco.

É importante lembrar que, quando falamos em seleção de elegíveis, é imprescindível trabalhar com um sistema integrado ao ERP da operadora para poder ter acesso facilitado às informações sobre os beneficiários.

2. Enviar mensagens com orientações a grupos de risco

A partir do momento em que você identificou os grupos de risco, é hora de usar o sistema Previva para enviar mensagens de orientação direcionadas a eles.

Essas mensagens podem ser enviadas por e-mail ou SMS, sempre com o cuidado de focar nos aspectos mais importantes da prevenção e do atendimento aos infectados de acordo com o perfil de cada beneficiário.

Isso é muito mais eficiente do que mandar a mesma mensagem “genérica” para 100% da sua carteira de beneficiários.

Como se trata de uma ação de comunicação, o ideal seria trabalhar em conjunto com a área de marketing da operadora e organizar cada campanha com a ajuda do sistema.

Além de orientações específicas de acordo com o perfil do indivíduo (seja idoso, diabético, hipertenso ou portador de doença respiratória), o conteúdo dessas mensagens deve incluir informações básicas sobre higienização, isolamento e identificação de sintomas.

Sabemos que essas informações estão sendo repassadas constantemente por diversas mídias.

Mas uma coisa é receber mensagens sobre a Covid-19 em um grupo de WhatsApp.

E outra coisa é recebê-las em um e-mail personalizado vindo da sua operadora de saúde.

Dentro do escopo dessa ação, sua operadora ainda pode aproveitar a oportunidade para identificar alguns cadastros desatualizados. Por meio do telemonitoramento, os atendentes podem checar se o beneficiário recebeu as mensagens. Em caso negativo, é só atualizar os dados no sistema.

3. Criar uma central de atendimento exclusiva

Outra medida importante é criar uma central de atendimento exclusiva para esclarecer dúvidas e orientar o beneficiário sobre como agir caso apresente algum sintoma da Covid-19.

Nos próximos meses, a tendência é que o foco das operadoras de saúde mude da prevenção primária para o cuidado imediato dos infectados pelo novo coronavírus.

Dentro desse contexto, que tal deslocar parte do time de telemonitoramento para trabalhar temporariamente nessa central?

Libere um número 0800 exclusivo para esse novo canal de atendimento e não esqueça de divulgá-lo massivamente entre seus beneficiários.

Nesse material de divulgação, é interessante incluir algumas perguntas frequentes para que as pessoas saibam que tipo de informação poderão receber.

4. Aplicar questionários personalizados

Depois que a central estiver em funcionamento, chegará um momento em a procura por esse serviço aumentará tanto que será necessário padronizar um questionário de atendimento.

Usando o Previva você pode criar seu próprio modelo de triagem e protocolo de atendimento. Ou então, se preferir, pode seguir o padrão de atendimento do SUS.

Seja qual for a estratégia da operadora, este questionário pode totalmente padronizado dentro do sistema, incluindo até mesmo orientações automáticas de acordo com as respostas.

Por exemplo: o atendente conversa com o beneficiário e vai preenchendo um checkbox com os sintomas. A partir daí o sistema orienta a respeito dos próximos passos que devem ser tomados de acordo com os sintomas reportados.

Nesse caso, o sistema pode utilizar um indicador de GNA (Grau de Necessidade de Atenção) para segmentar as ações com orientações de isolamento, atendimento médico ou internação.

5. Criar ou reforçar um programa de DPOC

Médicos na China e em Hong Kong afirmam que a Covid-19 pode deixar sequelas nos pacientes em estado grave que foram curados.

De acordo com os relatos, a função pulmonar pode cair de 20% a 30% após a cura e algumas pessoas apresentam um turvamento leitoso na tomografia computadorizada, o que indica dano ao tecido pulmonar.

Ainda não foram realizados testes suficientes em pacientes curados, mas algumas evidências já apontam para o risco de desenvolver fibrose pulmonar após a doença, o que provocaria alterações irreversíveis na capacidade respiratória.

Diante dessa perspectiva nada animadora, o gestor de uma operadora de saúde deve esperar um aumento no número de beneficiários inscritos nos programas de controle da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).

Se a sua operadora ainda não tem um programa desse tipo, já passou da hora de criar um. Tenha em mente que a combinação inverno+coronavírus tem tudo para aumentar a procura por atendimentos de emergência ligados a problemas respiratórios.

Muitas pessoas ficarão dias internadas em leitos de UTI, com alto risco de desenvolverem problemas respiratórios mesmo depois de recuperados da Covid-19.

Então o melhor que a sua operadora pode fazer é começar a monitorar o quanto antes os beneficiários com esse perfil de risco.

6. Programar alertas de intercorrências

Além de selecionar elegíveis e organizar as atividades dos programas de saúde, o sistema Previva também permite configurar alertas automáticos de intercorrências.

Este alerta pode ser acionado quando qualquer beneficiário da sua operadora solicitar o exame de Proteína C-Reativa (PCR) para detecção do coronavírus.

A mensagem aparece na tela do sistema e também pode ser enviada por SMS ou e-mail para qualquer integrante da sua equipe de saúde. Por exemplo, o responsável por gerenciar as ações contra a Covid-19 na sua operadora.

Além disso, o alerta também informa se o beneficiário em questão já está sendo monitorado por algum programa específico (crônicos, idosos ou DPOC) .

Outra possibilidade é disparar um alerta sempre que um idoso ou paciente crônico solicitar uma internação com sintomas da Covid-19.

A partir do momento em que ele solicitar a autorização da operadora no laboratório (no caso do exame) ou no hospital (em caso de internação) o sistema gera os alertas e os encaminha automaticamente para os profissionais designados.

Esperamos que estas sugestões sejam úteis para ajudar sua operadora a combater a Covid-19 e enfrentar essa situação sem precedentes para o mercado de saúde suplementar.

Se você quiser saber mais sobre as funcionalidades do sistema Previva, é só entrar em contato pelo e-mail clay.juliano@previva.com.br e solicitar uma demonstração.

O Clay, nosso gerente comercial, está à disposição para lhe mostrar como a nossa plataforma pode facilitar a gestão dos programas de saúde na sua operadora.

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