Cigarro e doenças do coração: como reduzir o impacto do tabagismo nos índices de mortalidade


cigarro e doenças do coração

Há muito tempo se sabe que o hábito de fumar é um relevante fator de risco cardiovascular, mas estudos recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a conexão mortal entre cigarro e doenças do coração tem se tornado cada vez mais evidente. Isso significa que o combate ao tabagismo deve ser prioridade na estratégia de medicina preventiva da sua operadora de saúde.

De acordo com dados da OMS, o cigarro contribui para 25% das mortes por anginas e por infarto do miocárdio e 45% das mortes por infarto em pessoas com menos de 65 anos. O tabagismo também custa caro para o sistema de saúde, consumindo cerca de 6% dos gastos dedicados à saúde no mundo e 2% do PIB mundial.

Mesmo com toda informação existente sobre os males do tabagismo, o hábito de fumar ainda é a maior causa de mortes evitáveis entre a população mundial. Atualmente, há cerca de um bilhão de fumantes espalhados pelo mundo, 22 milhões deles no Brasil.

Por que investir na medicina preventiva

O conceito-chave para que sua operadora possa agir de forma efetiva no combate ao tabagismo é um só: mudança de hábitos. Por isso, todos os esforços devem ser focados em conscientizar os beneficiários – principalmente aqueles que se enquadram nos perfis de risco para doenças cardiovasculares – sobre os malefícios decorrentes do hábito de fumar.

Além de conhecer a ligação entre cigarro e doenças do coração, os fumantes devem estar cientes de que têm mais chances de desenvolver outras doenças graves, como câncer e acidente vascular cerebral (AVC), além de um risco de morte súbita quatro vezes maior do que os não-fumantes.

Isso se consegue com ações bem planejadas de medicina preventiva, que sejam capazes de informar e conscientizar os beneficiários, ao mesmo tempo em que oferecem apoio psicológico e incentivo para que as pessoas tenham sucesso em suas tentativas de parar de fumar.

Como criar um programa antitabagismo

A melhor forma de combinar estes fatores de forma estruturada dentro da sua operadora é desenvolver programas de prevenção e promoção da saúde focados no combate ao tabagismo. Eles devem ser direcionados a grupos de fumantes que desejam abandonar o hábito, com ênfase naqueles que combinam outros fatores de risco, como obesidade ou hipertensão.

Se você deseja diminuir os casos de consumo de cigarro e doenças do coração entre seus beneficiários, não deixe de conferir o e-book Como organizar um programa de combate ao tabagismo, onde apresentamos algumas ideias de como desenvolver ações para que sua operadora possa ajudá-los na difícil tarefa de parar de fumar.

Nesta publicação abordamos métodos e abordagens terapêuticas para implantar um programa de combate ao tabagismo baseado na criação de grupos de apoio ao fumante. O e-book inclui ainda dicas para que os profissionais encarregados de coordenar estes grupos possam otimizar suas reuniões, tornando-as mais dinâmicas e eficientes.

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